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O meu pensamento

O meu pensamento

tchran

Março 21, 2009

Isis Erzsébeth Báthory

Como nao consigo dormir e estou sem o meu dear portatil

decidi artilhar o msn do meu desktop com MONTES de emoticons, and so i'm annoying um mundo inteiro para mostrar que tenho montes de emoticons super, mas mesmo super "cool"

eu sei quem vai adorar isto, porque ela também passa noites em branco, e tambem adora bonecos amorosos para o msn

 

alguém me quer pagar para roubar bonecos no msn?

JURO que são super cool

coisas estúpidas e sem sentido...

Março 16, 2009

Isis Erzsébeth Báthory

Continuo a sentir-me triste, sinto-me como que a cair num buraco sem fim, sinto.me deprimida, e penso em coisas estúpidas a toda a hora, e sabem que mais?

Sou ainda mais estúpida por saber de tudo isto e não fazer nada para combater esta "coisa", se me perguntarem  o porquê vou responder "porque não consig, não tenho forças", em parte é verdade, mas isto também se deve ao facto de me sentir perdida e confusa...

Sinto tanta coisa que já nem sei explicar bem tudo aquilo que sinto ao certo (na verdade, acho que nunca soube, ou não tenho coragem).

 Nestes momentos, penso várias vezes que na verdade sempre fui cobarde, calo-me sempre, engulo em seco, enquanto as pessoas vão fazendo e dizendo coisas que me magoam e por vezes me fazem sentir humilhada, rebaixada...E depois a única coisa que vou fazendo é praguejar que nem uma louca, mandar vir que nem uma louca.

 Sinto que ando a ficar cheia de paranoias, isto aconteceu ou tornou-se mais forte (mais forte, isto é, nunca me tinha apercebido destas paranoias, ok minto, sempre fiz grandes filmes, mas adiante) após o convite recebido por uma outra escola que me convida para "saltar um ano à frente" e juntar-me a eles (na altura) no próximo ano lectivo (que seria este que está agora a decorrer), gostavam das minhas notas, e mesmo na minha antiga escola recebia sempre elogios dos professores por verem o meu dito "esforço" , até de repente as minhas notas baixaram uma coisa meio louca, e em certas disciplinas faça o que fizer, as minhas notas são sempre miseraveis, o que acho meio confuso, e me faz formar grandes paranoias na minha cabecinha...

Devia estar a dormir visto que amanhã queria (e quero) acordar cedo, mas parece-me que vou passar mais uma noite em branco (já lhes perdi a conta, believe me)...

Mas mesmo com todo este turbilhão, sinto-me grata por ter a Lillith, e a tiya-chan, a tiya porque também tem uns bons desgostos, e vai-me compreendendo, a Lillith, porque pronto é a Lillith, ela lê-me a alma, sabe confortar-me mesmo estando distante, sabe as palavras certas, mesmo que por vezes magoem (na verdade fazem-me apenas voltar à terra), estou mesmo muito grata por ter estas duas pessoas na minha vida, também agradeço imenso as pessoas que por vezes comentam por aqui e me dizem sempre palavras simpáticas, embora palavras simpáticas não me resolvam problemas, é sempre bom ver a intenção das pessoas (de algumas apenas)...

 Bem, vou repetir mais uma vez que me sinto triste, talvez por pensar idioticamente (não sei se existe tal palavra, mas sabem que gosto de inventar coisas) que isto me vai aliviar de alguma forma, mas pronto...

Não chago mais...

Até...

sinto-me assim triste

Março 08, 2009

Isis Erzsébeth Báthory

Não quero chorar, mas não consigo conter.

Tenho medo, tenho muito medo.

Aos oito anos conheci uma "amiga"

que se dizia chamar solidão,

tenho estado com ela este tempo todo,

já se passaram uns anos, tenho conhecido pessoas,

mas ao fim do dia ela relembra-me sempre

da importância que tem na minha vida,

eu digo aos outros que gosto dela,  e que estou habituada,

mas na verdade não gosto, não me habituei, e não sei se me irei habituar.

Não queria ter medo, mas tenho,

Mas não é um medo como aquele que eu tinha das noites de chuva

e trovões, em que me escondia debaixo da cama,

este é um medo semelhante ao meu medo pelas aranhas.

Sinto-me perdida, sinto-me triste. Não sei para onde me virar,

Não posso lutar, não , lutar, não tenho um alvo concreto, não tenho um alvo sólido.

Não olhem para mim enquanto choro,

Quero que olhem para mim apenas quando tenho um sorriso na cara, nem que seja o sorriso mais falso do mundo.

Quero esconder-me mas não tenho onde me esconder,

Quero fugir, mas não sei para onde ir...

Não quero chorar, mas não consigo conter,

serei fraca por chorar?serei cobarde?

A tipa das noites em branco

Março 06, 2009

Isis Erzsébeth Báthory

Eu não sei se já vos contei, mas eu não consigo mesmo dormir à noite, apenas e unicamente durante o dia, de modos que quando tenho que ir para a escola de manha é algo complicado porque é a essa altura do dia que eu lá consigo adormecer,

pois então esta noite não dormi nada (mais uma vez), até postei o testamento das confissões totós, bem de modos que por mais que andasse às voltas na cama eu não conseguisse dormir, decidi então pôr-me a ver filmes todos "nihongo desu" (japoneses pá), primeiro vi um que agora não me lembro do nome, porque é algo comprido,e mesmo que fosse escrever em kanji, teria que primeiro escrever em romaji e eu não me lembro mesmo, mas digamos que foi mais um filme que chego ao fim e penso "tanta merda para isto?" básicamente a história de um casal de gemeos, que se apaixonam um pelo o outro, mostra a aventura deles, claro que isto uma pessoa já está preparada para levar com uns grandes dramas, mas no fim acaba tudo bem, pois este tem um final inconclusivo, e estúpido, depois de terem passado por tanta puta de merda ele vira-se para ela "Iku, eu menti-te (chora que nem estupido), tu não podes ser a minha noiva (*sniff*), vamos dar mais 10passos" dão os ditos dez passos e ele diz para ela "Iku, it's over", choram os dois, dão as mãos e vão-se embora, é estupido muito estúpido, porque uma pessoa não entende se acabou o coiso de estarem preocupados lá com os outros gays opostos à relação manhosa deles, ou se tinha acabado a relação deles (esta ultima opção é a que me parece mais óbvia, mas não gosto, porque não gosto de pessoas fracas), e depois também não se percebe o que acontece bem, não mostram mais nada...

Achei algo muito mau.

Depois re-vi mais uma vez Koizora, o filme e também a mini-serie (sim há duas versões), não me canso de ver, não me canso de chorar baba e ranho, é algo mesmo muito bonito de se ver...

 Eram então 8h00 da manhã e o meu telemovel começa a tocar o alarme, que por sinal tem como "som" um tema que tinhamos no "Vampire Knight" que não sei bem explicar, mas parece ali uma coisa de orgão, enfim um som muito amoroso, continuando com a minha escritura estúpida, abri a porta do quarto, desci para baixo, meto água a ferver, preparo café e pão, porque tinha pressa para ir aos correios, entretanto após a coisa estar preparada comi (eu sei que é óbvio que se coma, mas há pessoas que se esquecem de comer, e há pessoas que são burras ao ponto de não saberem que é óbvio que se coma *o pequeno almoço*), subi para cima, tomei duche matinal, lavei dentes e cara (caso pensassem que era alguma badalhoca, andavam a ter pensamentos errados, pois sou até bastante freak com essas coisas da higiene), vim para o quarto fiz dois totós baixos assim meio estranhos e à pressa, meti ganchos, vesti calças e depois uma blusa que tenho roxa, que já tenho desde os meus 5anos, as pessoas não acreditam que a blusa cresce comigo, mas cresce mesmo, bom agora eu já parei de crescer, mas está-me perfeita, entendem? Continuando, vesti, calcei os primeiros sapatos que vi à frente de salto raso, bons para dar corridas, agarrei no envelope com os documentos e desci para baixo, vesti o casaco e sai para a rua.

Já a meio do caminho notei que tinha a puta das calças por passar a ferro, eu não passo as calças a ferro porque geralmente não uso, não gosto de calças, gosto de saias, sou muito feminina muito mesmo, mas continuando, estavam assim todas amarrotadas e eu pensei "oh merda, puta que pariu" (só penso em palavrões, a minha mãe reclama disso, embora ela seja igual) segundos de silêncio no meu pensamento e, penso "merda e agora não posso voltar a casa, já estou longe, e dá preguiça e eu quero despachar-me" de modos que fui então a praguejar o caminho todo, e a ouvir musica, e mesmo a praguejar ia com cara de parva, porque ia a ouvir umas musicas românticas em japonês que me dão sempre vontade de cantarolar, mas que não posso porque corro o risco de me "espetarem" num manicómio, e ia então eu com cara de parva e muito apaixonada, creio que as pessoas que passavam por mim pensavam "coitadinha desta miuda, deve ter sérios atrasos mentais", mas isso não me interessa, porque eu faço o que quero, e só não cantarolo na rua porque não me apetece ir para o manicómio, porque se me apetecer, canto e pronto, eu canto mal, mas não tão mal como a Tarja T.

Cheguei aos correios fui rapidamente atendida, mandei correio urgente que ainda vai demorar puta de 2dias, o tipo parecia meio atrasado mental, em vez de fazer o trabalho ficava a olhar para a minha cara de nécia, jasus, esta gente nunca viu nécias com pinta?

Despachei-me, paguei já tinha o recibo, agradeci e fui-me embora, o tipo ainda grita "falta o recibo" e eu com o recibo na mão, pensei assim "és mesmo atrasado mental", mas dirigi-me ao balcão com cara de nécia-inglesa-sinica e peguei no talão exactamente igual ao que tinha, agradeci mais uma vez e fui-me embora.

 Fui ver lojas de livros, não comprei nada  porque nada me interessava, e visto que já comprei dois dicionarios de japonês e um guia de tóquio e também já abusei nas compras este mês, não me convem abusar...

 Cheguei a casa, vim ver emails toscos, vim discutir com um indiano, porque não sei porquê os indianos gostam de se apaixonar por mim, mas depois quando vêm que eu afinal não sou nenhuma "dream girl" atiram-me merdas à cara, sem eu sequer lhes dar propriamente corda (a não ser falar de forma amigavel, mas deixar explicito que sou moça comprometida), e pronto discuti com o tipo.

Entretanto toca-me a merda do telemovel, já eram isto umas 10h00 e eu penso "foda-se, puta que pariu, da escola? a esta hora? mas não têm mais nada que fazer?" e eu mal olhei para o numero, limitei-me a atender com um "hello" a tentar soar sóbrio, e fala-me uma tipa em português e eu fico a pensar "puta que pariu, quem é isto?" e digo "sim sou eu, isis a própria, a unica, quem é você?" e ela "ah amiga dali do "nao interessa o nome"" e eu "ahhhh és a L." reconheci pela voz, realmente se tivesse pensado logo tinha logo chegado à conclusão de que era ela, mas como não esperava que a tipa me desse noticias também , não me "taxo" de ignorante.

Chateeou-me saber que o meu pai, após saber que esta gente é chula, continua a dar trela, mas ele lá sabe, ele lá sabe, nunca dá ouvidos à filha na altura certa, só no fim, e depois arrepende-se...

 

E pronto mandei tudo puta que pariu.

A minha internet anda estupida....

 

Acho que o Cláudio Ramos, só responde a comentários negativos feitos em anónimo, porque eu como mostrei logo quem era, não obtive resposta (o malandro)...

Confesso que estou indignada, tenho mais "culhões" do que o tipo, essa é que é essa.

Foda-se! Raios me partam se não me vou embora.

Adeus.

Confissões estúpidas de uma pessoa ainda mais estúpida.

Março 05, 2009

Isis Erzsébeth Báthory

Confesso que deveria de estar a dormir,

mas também confesso que não consigo,

eu esforço-me, até faço essas tretas que me dizem sempre para fazer, aquilo de parar de pensar, embora nunca consiga, porque a minha mente, embora muito retardada está sempre a pensar, pensa tanto, que penso ate não saber no que penso.

Eu deveria estar a dormir, porque sou eu que quero ir ao Japão, e por ser eu a querer ir ao Japão, também sou eu que tenho de mexer os cordelinhos (é essa a palavra que se diz não é? acho que é), e mesmo já tendo enviado email, para quem devia, digamos que foi um email muito ordinário (leia-se, uma coisa sem qualidade, não pensem em coisas depravadas), de modos que amanhã queria saber de alguém que me pudesse enviar fax para aquelas pessoas, isto porque duvido imenso, que por mais que pague para enviar carta urgente aquilo não chega onde tem de chegar amanhã, isto, porque tanto os langonhas dos correios ingleses, como os de Portugal, querem é estar na palheta, sem fazer nenhum (os malandros), é tudo uma beleza, uma pessoa paga balúrdios para a coisa chegar na data que tem de chegar, e na verdade chega 20mil séculos depois, e isto se por muita sorte a carta não se perder.

Confesso, que era para falar de algo, mas que mais uma vez mudei de assunto, assim meio do nada, pergunto-me porque raios sou assim. PORQUÊ?

Hoje dei por mim a pensar o seguinte "bem, tendo em conta, que tenho estado quase sempre fora de portugal, e os anos em que lá estive, não me bastaram para ter um portugues PERFEITO, e tendo em conta que gente até bem mais velha do que eu, se esqueceu do que é o bom português, eu até vou escrevendo mais ou menos, ou pelo menos faço por isso" é que pensei mesmo, e não acho que seja um pesamento totalmente estupido. Não me falem desse novo português, pois recuso-me a escrever de tal forma, por mim ainda escrevia assim mais ou menos bonito como nos anos 50/60, embora não pareça o português levou uma grande mudança.

Confesso, que acho extremamente estúpido esses textos, e até discursos (por voz, refiro por voz, porque acho que os discursos também podem ser APENAS por escrito) dos nossos caros alunos portugueses, de escolas portuguesas (não falo dos de outras nacionalidades porque esses não me interessam a minima) a dizer barbaridades do género "eu n intendo exa treta de excola ms pk k a malta prexixa dixo? a malta ja xabe o xufixiente ixo da excola e alte tanga tbm n xei o pk d tantos testes ixo n xerve pra nd(:..)" entre outras obscenidades.

Confesso, que também já tive a minha fase de escrita estúpida, embora ao contrário dos meus outros colegas, sempre tenha conseguido fazer diferença entre telémovel e escola/trabalho/what ever, basta que fosse importante, e quando digo sempre era mesmo sempre, hoje em dia quando estou à pressa no msn, ou quando estou com o telemovel e a escrita é-me limitada, tento abreviar, mas atenção abreviações compreensiveis.

Confesso que gosto quando a S. me corrige certas coisas no meu português, porque ela é professora, e embora ache certas professoras de português meio estúpidas (só as que tive, porque nunca me deram as notas qu eu queria, eu na altura não entendia que não era como eu queria, mas sim como eu merecia, isto é consoante  o trabalho que tinha feito, mas na altura e ainda hoje acho que me tinha esforçado MUITO, mas continuando) esta aqui é diferente, a tipa é porreira, e embora ultimamente mal nos tenhamos falado, eu até lhe acho graça, qualquer dia rabisco qualquer coisa assim mais ou menos decente para lhe dedicar.

Confesso que não gosto de gente estúpida e falsa (note-se que ao ser falsa, já está a ser estúpida, nas minhas definições de "gente estúpida").

Confesso, que embora seja algo que não goste, com o tempo tive que aprender a ser sinica.

Confesso, que minto muitas vezes na minha idade, porque me irrita e aos mesmo tempo tenho medo que as pessoas me julguem por ela, sim porque o ser-humano tem esse defeito estúpido de julgar sem conhecer melhor, e até mesmo as pessoas que falavam comigo antes de saberem a minha idade, quando o passavam a saber, afastavam-se, isso para mim é uma forma de preconceito muito estúpida e hórrivel, e no meu pensamento, isso torna-vos ainda mais crianças do que eu.

Confesso, que por vezes (para não dizer sempre), sou injusta para com a minha familia, diga-se o nucleo da minha familia, tios e coisas assim não contam, só conta os meus pais e as minhas irmãs e mesmo assim elas começam a deixar de contar, porque elas tambem não lhes interessa quando são injustas e crueis comigo, os meus pais também são assim, mas os meus pais é uma coisa diferente, por essa mesma razão, são os meus pais, e por muito que isso me custe a aceitar, pelas tretas dessas leis, eu devo-lhes respeito e não só (eu não sei dizer a palavra correta), e depois a seguir a Deus/entidade superior ao ser humano, foram eles (os meus pais) que me deram vida, pelo menos metade do meu pai juntou-se à outra metade da minha mãe passado 10meses (sim eu nasci de 10 meses, por isso a minha estupidez) eu apareci no mundo. Também são eles que me sustentam...

Mas ainda assim eu sou injusta, e embora agora esteja aqui a reconhecer isto, à frente deles, a coisa não é bem assim, porque por muito que eu ache a humanidade nojenta e eu me tente afastar de tal nojentisse, eu também sou humana,  e como tal também tenho defeitos.

Confesso, que ao mesmo tempo que detesto não poder socializar com pessoas, também me mata por dentro estar no meio delas, não sei reagir bem, tenho acções/atitudes muito estupidas, o que me faz ficar muito zangada, com sei lá o quê, porque não sei do quê/ de quem é a culpa ao certo.

Confesso, que por muito fria que possa ser, me babo toda a ver filmes românticos,

Confesso, que me apaixono muito fácilmente.

Confesso que ao mesmo tempo que sou "esperta", também sou ingénua, e quando me tento armar em "espertalha" da situação, é quando corre pior.

Confesso que só à pouco tempo é que aprendi, que uma pessoa só se desilude porque quer, isto é, ninguém te manda criares ideias falsas à cerca de algo/alguém, aprendi que devo ser negativa por natureza (eu já era, mas agora sou ainda mais).

Confesso que já magooei pessoas que me são muito importantes.

Confesso, que embora chame amigo/a a muita gente, verdadeiro amigo, uma pessoa na qual eu penso a toda à hora (para alem dos meus pais) é a Lillith.

Confesso, que faço grandes dramas, e grandes tempestades em copinhos de água (copinhos mesmo minúsculos, até faz impressão). Sou exagerada demais.

Confesso, que já fumei e não gostei, nem desgostei, simplesmente não me aquece nem arrefece. Confesso, que também não sei fumar (até fumar tem arte, ou lá o que lhe queiram chamar).

Confesso que já me achei "muita gó", e que assim que comecei a andar em grupinhos gós vi que aquilo não era coisa para mim, e que andar com pessoas daquele tipo, não me ia ensinar nada, ia apenas "desaprender" tudo o que tinha aprendido ao longo da minha curta vida.

Confesso que já usei montes de nomes, e nenhum deles era o meu verdadeiro, embora "Isis Báthory" seja o meu nome de sonho.

Confesso, que quando me pisam os calcanhares, sou capaz de ir ao inferno só para me vingar, embora ultimamente ande tão ocupada com certas coisas que ainda não tive tempo para fazer mal à ultima pessoa que me chateeou a serio, mas mesmo a serio.

Confesso, que a minha Lillith me disse que eu só penso em fazer mal às pessoas, isso não é totalmente verdade, mas também não é totalmente mentira (aquela tipa conhece-me melhor do que eu) mas eu também só penso em fazer mal a quem também me faz mal, e sinceramente estou disposta a muita coisa para atingir esses meus objectivos.

Confesso, que já há quase um ano que ando a ter aulas de japonês (eu dou-me aulas a mim mesma), e me irrita muito o facto de eu ainda não saber hiraganas e katakanas de cor, e muito menos os kanjis, também me irrita o facto de eu ainda não saber formar frases decentes...

Confesso, que me emocionou ler o email do 達也 (não merecem saber o nome em romaji, quem quizer mesmo saber, que pergunte a quem sabe) a dizer que ia se esforçar por aprender inglês fluente, para eu o entender melhor, confesso que admiro quando ele se esforça por entender quando falo de uma forma mais "caramela", mesmo sabendo que se ele não entende, é só dizer que eu explico.

Confesso, que sou tão estranha e "atrasada mental" que já me enganei várias vezes tratei gajos por gajas (sim pensava que eram gajas), um passou-se e berra-me assim "WHAT? What the hell's so feminin about me?", o outro riu-se e pediu desculpas porque pensava que me tinha dito que era gajo, se calhar disse, mas o nome parecia-me nome de gaja, o nick também me parecia nick de gaja.

Confesso, que gostava de ser modelo alternativa, embora seja feia como tudo, e não tenha porte para tal.

Confesso, que sou convencida como tudo (nem que seja pelo lado negativo).

Confesso que gosto de escrever, mas só escrevo "merda".

Confesso que gosto de criticar os outros.

Confesso que gosto de me rir do mal dos outros.

Confesso que me passa ao lado, ver miudos e não só a morrer, à fome ou seja lá como (a minha mãe acha que sou cruel, e acho que elas vezes se pergunta se eu sou mesmo humana).

Confesso que por mais que perceba, o que um emigrante em Portugal sente, ao ser descriminado pelos Portugueses, pois apesar de tudo eu também sou emigrante, eu consigo dar razão a quem "descrimina" por assim dizer, não aceito racismos nem nada do genero, e não condeno quem emigra para Portugal, ou para o raio que o parta, em busca de um bom trabalho para poder dar vida decente aos filhos (ou a merda que quizer), mas confesso que me dá ódio ver pretos/ucranianos/puta que os p*ri* seja no meu país, seja onde for a roubar o estado, a roubar postos de trabalho a quem também tem familias para sustentar, e depois de estar fixo, não faz um cu, e se for preciso quando ouve do "superior" passado uns dias manda-lhe com tejoulos (foi o caso do meu pai, senhor fulano de pais que não interessa, porque não quero parecer racista, não lhe agradou ouvir do meu pai, que apenas por acaso era seu encarregado, então passado uns dias, lembrou-se de ir até ao 5º andar e *pumba* manda-lhe com o tejoulo, a ideia era acertar na cabeça, mas acertou no ombro, que só por acaso já está partido, passado uma semana foi despedido =) e eu acho bem).

Confesso, mais uma vez, que deveria estar a dormir, mas não tenho puta de sono.

Confesso, que este mês me fartei de gastar dinheiro, e não devia.

E após tantas confissões, confesso ainda que me falta confessar muitas mais, mas que ainda assim me vou embora sem fazê-lo porque eu não tenho a vossa vida (tal como vocês não têm a minha) e eu tenho mais que fazer do que estar a escrever este post da treta...

 

 

 

Ele, Cláudio!

Março 05, 2009

Isis Erzsébeth Báthory

Eu sou daquelas, que como a Andreia Soares (se preferirem "Vilhena"), não tem própriamente amor pelo tal do "Cláudio Ramos"...

E hoje lembrei-me "vou-lhe vasculhar o blog!"

e fui mesmo, porque quando decido fazer algo faço mesmo, porque não sou genero "cão que ladra mas não morde"...

E deixem-me dar os parabens à minha cara Andreia, porque a tipa faz uns comentários bestiais, mas eu já sabia disso, e ela também já sabia, que eu já sabia disso, porque anteriormente já lhe havia dito tal coisa, mas passando à frente, ora vejam esta arte:

"Um beijo é um segredo que se diz na boca e não no ouvido... "

A serio?.... Poderia jurar que era no ouvido e não na boca!

 Eu acho que ele é meio retardado, e digo isto pois não é normal uma pessoa só se aperceber de tal facto passado sei lá quantos anos de existência, desde que me lembro de ser "gente" que me lembro de saber que o beijo geralmente dá-se na "boca" e não no ouvido, eventualmente dá-se na orelha, mas não no ouvido, absolutamente não no ouvido, isto porque, é um ruido insuportável que se ouve, e dá uma sensação estupida e desconfortável....

 

Mas Cláudio, estou mesmo contigo! Continua aí a reparar em factos mais do que óbvios à ultima da hora...

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